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Leitura: Vida organizada

Um novo ano sempre traz essa vontade de renovar, organizar as coisas e se planejar para o ano que começa. 2016 já começou e para aqueles que estão se organizando como eu, trago como sugestão o livro Vida Organizada da Thais Godinho, publicado pela editora Gente.

A Thais traz dicas valiosas para colocar a vida em ordem, não apenas sobre arrumação e limpeza da casa, mas principalmente sobre estabelecer prioridades, alcançar objetivos, realização pessoal e como ter um controle maior sobre sua vida sem perder tempo com coisas desnecessárias.

“Organizar é buscar soluções. […] É planejar com antecedência. Reconhecer o problema, identificar a solução e executá-la.” pg 24

É uma leitura super agradável, com capítulos curtos e objetivos, sem enrolação. O livro possui diversas listas, o que torna mais fácil de entender o conteúdo, utiliza muito bem a cor dentro do livro para destaques e tem também espaços para preencher com as suas definições. Ideal para quem quer se organizar e não sabe por onde começar e também para aqueles que já se consideram organizados.

A Thais tem o blog Vida organizada, onde fala de organização e essa semana ela postou um texto bem bacana com 5 passos da organização:
http://vidaorganizada.com/os-5-passos-da-organizacao/, achei bem objetivo.

Muitas vezes a gente até sabe o que tem que fazer para se organizar, mas precisa de uma ajuda pra começar.

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Começo aqui uma nova seção no blog, que espero manter. Seleção de links sobre tipografia, assunto que sou fascinada. Quanto mais eu leio sobre assunto, sinto que tem muito mais coisa pra aprender.

Já adianto que sites em outras línguas serão frequentes, mas sites em português não irão faltar. Começo com alguns links antigos e outros fresquinhos.

  • Indicação do livro “The type taster: how fonts influence you”, lançado recentemente. Fala sobre como percebemos a tipografia e como ela influencia o nosso cotidiano. No link a Ligia Fascioni conta sobre o livro em um post bem detalhado, vale a leitura! #wishlist
    http://www.ligiafascioni.com.br/2015/02/tipos-para-todos-os-gostos/

Leitura: A produção de um livro independente

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No começo do mês terminei de ler o livro “A produção de um livro independente” da editora Rosari e já digo logo que gostei bastante, por isso vou falar um pouquinho dele.

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O livro foi editado por Ellen Lupton, autora de “Pensar com tipos” e “Novos fundamentos do design”. Ela traz nesse livro todo o processo de publicação, do começo ao fim. Questões como: onde publicar, como criar, quais os tipo de impressão, quais os tipos de encadernação, como distribuir, entre outras é possível encontrar respostas lendo esse livro.

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Por ser traduzido, muitas coisas no livro funcionam de forma diferente no Brasil ou temos outras opções. Como sites e outras referências no livro, é possível encontrar opções brasileiras também.

Achei uma ótima referência, não apenas para designers, mas para qualquer pessoa que tenha a vontade de publicar um livro. E o que mais gostei foram as várias opções de encadernação manual, fiquei com vontade de produzir um livro pra cada uma!

Passeio pela Vila industrial Maria Zélia

Em Setembro fui conhecer a Vila industrial Maria Zélia, um passeio organizado pelo Centro Cultural da Juventude (CCJ). Logo que chegamos na vila, fomos recepcionados por um farto café da manhã no armazém. Durante o café, Seu Dedé, um morador antigo e que conhece muito bem a história da vila, contou um pouco pra gente num relato emocionante.

A vila foi inaugurada em 1917 e começou a ser construída em 1912 pelo médico e industrial Jorge Street, para abrigar os 2500 funcionários que trabalhavam na fábrica de tecelagem Cia Nacional de Tecidos da Juta. O nome da vila é em homenagem a jovem Maria Zélia Street, filha de Jorge Street, falecida quando a vila ainda estava sendo construída.

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Depois do café fomos conhecer a vila. Quando construída, funcionava uma capela, dois armazéns, duas escolas (meninos e meninas separado), um coreto, praça, campo de prática esportiva, salão de festas e ainda ambulatórios e consultórios médicos. Hoje, é difícil conseguir restaurar esses locais e muitos estão em ruínas.

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